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A igreja local e a comunhão ao final do culto


Sem sombra de dúvidas vivemos em mundo extremamente agitado. De fato, temos tanta coisa para fazer que se pudéssemos transformaríamos as 24 horas do dia em 30.
Escola, faculdade, serviços domésticos, trânsito, trabalho, além de outras coisas mais entopem a nossa agenda de atividades. Quando chega o domingo então, é aquela correria: Almoço na casa da sogra, botar a conversa em dia com cunhado, brincar com os filhos, dar assistência ao cônjuge, ir à igreja e outras coisas mais. No final do dia, quando o culto termina, lembramos que em algumas horas tudo começará de novo, e em virtude disso, tomado pelo senso de urgência "metemos o pé" saindo rapidamente da igreja.
Pois é, a correria é fogo não é verdade? Por causa dela não dedicamos mais tempo em comunhão com os nossos irmãos. A consequência disso é que não criamos vínculos afetivos com aqueles que conosco congregam, proporcionando, por conseguinte uma enorme fragilidade relacional.
Ora, é claro que existem pessoas que não desejam expor-se e, em virtude disso, não se relacionam com ninguém. Todavia, os crentes em Jesus são chamados pelo Senhor a desenvolverem relacionamentos saudáveis na comunhão dos santos.
Isto, posto, gostaria de dar algumas sugestões práticas:
1- Ao terminar o culto não vá embora imediatamente, pelo contrário, permaneça no hall de entrada, ou na cantina, ou nos pequenos círculos de comunhão compartilhando da graça de Deus.
2- Não se isole. O que adianta permanecer no local e se distanciar-se da comunhão? Vença a timidez, deixe de lado a vergonha, cumprimente as pessoas, faça novas amizades.
3- Celebre a vida! Ria com os amigos, compartilhe emoções.
4- Não se tranque no carro. Tem gente que basta ouvir a bênção apostólica que corre para o carro. Não faça isso. Abra-se para vida! Permita-se relacionar-se com outras pessoas.
5- Compartilhe lutas, tristezas e dramas com seus irmãos em Cristo e peça oração.
6- Estabeleça alianças duradouras, chore com os que choram, alegre-se com os que se alegram.
7- E, por fim, tome cuidado com o isolamento, pois o adversário de nossas almas é astuto e sabe que a melhor forma de atingir um crente é isolando-o da comunhão.

Naquele que nos une!

Renato Vargens
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